Uma janela para o sal 1 355 2500
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"Já no princípio do século X existiam marinhas nas cercanias de Aveiro. No reinado de D. Afonso V ascendiam a 500.

 

Depois do século XV, a sua sorte passou a estar dependente do estado mais ou menos próspero da barra.

Com o deslocamento desta para sul, em direção a Mira, nos meados do século XVII, a indústria salineira, que até então tinha sido florescente, começou a decair, de tal modo que as marinhas ficaram quase ao abandono.

 

As obras de melhoria da barra feitas no começo do século XIX oxasionaram um novo incremento, tendo, as realizadas em 1931, aumentado o volume das águas salgadas, começando as marinhas a dispor de massa de água necessária e com salinidade suficiente para a plena laboração.

 

Pelos anos 60, atingiram o auge da produção, tendo entrado, posteriormente, num processo de degradação por razões de vária ordem - inutilização de algumas para construção de estradas, rendimento débil e incerto, adaptação à piscicultura.

 

Hoje, é o que se sabe."

  

 

Ficha Técnica

 

Autoras | Ana Maria Lopes e Etelvina Almeida 

 

Fotografia | Paulo Godinho

 

Design | Etelvina Almeida

 

Impressão e acabamento | Várzea da Rainha Impressores, S.A.

 

Direitos de Publicação | Atêtheia Editores

 

ISBN | 978-989-622-757-8

 

Depósito legal | 389738/15