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De Tamarindo, ilha imaginária de Cabo Verde, chega-nos a história de Pinok, um menino crioulo com fama de muito mentiroso. O relato de uma amizade entre homens e animais que acaba por salvar a ilha, semeando solidariedade. Em jeito de contador de histórias, Miguel Horta leva-nos através da atmosfera das ilhas, fazendo-nos sentir a cultura crioula. É uma história à moda antiga no sentido da multidimensionalidade formativa que veicula, da ausência de concessões ao imediatismo facilitista que tantas vezes se vê, da aposta numa narrativa consistente que nos cativa e nos envolve e que não vive de truques mais ou menos artificiais para manter viva a atenção dos leitores. Pelo contrário, encontramos em «Pinok e Baleote» uma linguagem simples e adequada à realidade e ao ambiente que descreve e no qual se passa a acção. A história, passando-se em Cabo Verde, tem o mérito de nos colocar perante uma cultura diferente da nossa (apesar de Cabo Verde pertencer também ao espaço da lusofonia) e de enfatizar como essas diferenças culturais se reflectem nos dialectos ou formas de linguagem locais. A referência ao Crioulo aparece, neste livro como valorização das diferenças culturais, reflectidas em modos de vida, de estar e de sentir com características próprias e, simultaneamente, como forma de estabelecer uma ponte ou uma comunhão entre culturas. Depois... Bom, depois há a amizade entre os homens e os animais, neste caso as baleias e, entre elas, uma jovem baleia de nome Baleote...

 

 

Ficha Técnica


Autor | Miguel Horta


Coordenação Editorial | Rui Alexandre Grácio


Editora | Grácio Editor, outubro de 2010

 

ISBN | 978 989 8377 09 8